Contradição e ideologia nos novos padrões alimentares dos EUA

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3 fev 2026
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Em meu artigo anterior, comentei o quanto foi desastrosa a coletiva pré-publicação das novas diretrizes alimentares americanas. Além da recorrente retórica sobre o fim de um suposto “período dogmático influenciado pela Big Food”, destacou-se a afirmação de que as diretrizes anteriores recomendavam excesso de carboidratos refinados, baixo consumo de proteínas e a demonização das chamadas “gorduras saturadas saudáveis” — um oximoro.

Antes mesmo da leitura do documento, o tom adotado sugeria algo próximo à sátira do South Park no episódio “Ebola sem glúten” de 2014, em que Cartman tem uma visão de como solucionar as mortes decorrentes do consumo de glúten: virar a pirâmide de ponta-cabeça, colocando as gorduras como principal grupo a ser consumido, seguidas pelas carnes e pelo leite, e “estabilizando a nutrição”, culminando na fala de um dos cientistas que trabalha com nutrição: “Diga ao presidente para comer um bife com manteiga”.

Ironicamente, a pirâmide foi de fato reformulada: a gordura passou a ocupar o topo, agora ao lado de proteínas, frutas e vegetais, enquanto os grãos integrais foram deslocados para uma recomendação de consumo reduzido.

Contudo, antes de discutir as mudanças em si, vale observar os elementos simbólicos e discursivos que cercam o lançamento, começando pelo site oficial. Logo na abertura, afirma-se que “uma melhor saúde começa no seu prato, e não no seu armário de medicamentos”, definindo “comida de verdade” como alimentos integrais, naturais e ricos em nutrientes. Em seguida, apresenta-se uma peça publicitária que mistura dados corretos — como a elevada prevalência de doenças crônicas e seus custos — com alegações imprecisas, especialmente a de que diretrizes anteriores teriam priorizado alimentos ultraprocessados, apontados como a principal causa da crise atual.

O discurso se encerra com uma mensagem de redenção: “Pela primeira vez, estamos apontando os perigos dos alimentos ultraprocessados e reconstruindo, com o padrão-ouro da ciência e do senso comum, um sistema quebrado do zero”. A transição visual reforça essa narrativa, trocando tons escuros por um fundo branco que exibe a nova pirâmide alimentar.

No conteúdo técnico, afirma-se que a “guerra contra a proteína” teria terminado. Vegetais e frutas são descritos como centrais para uma alimentação baseada em comida de verdade, devendo ser consumidos cinco vezes ao dia, em forma minimamente processada.

O site encerra reafirmando que o país estaria reconstruindo sua cultura alimentar com base em ciência, transparência e responsabilidade individual.

Fica evidente que o site cumpre um papel que vai além da divulgação técnica, ao construir a narrativa de que esta seria a primeira gestão genuinamente comprometida com a saúde pública, em contraste com governos anteriores, supostamente capturados pela Big Food.

Isso se expressa, primeiro, na falsa alegação de que diretrizes anteriores priorizavam ultraprocessados, quando as Diretrizes Alimentares de 2020–2025 recomendavam explicitamente maior consumo de alimentos considerados saudáveis (vegetais, frutas, grãos integrais, carnes magras, óleos vegetais insaturados etc.), além da redução de carnes processadas, açúcares adicionados e grãos refinados.

Segundo, na ideia de que teria existido uma “guerra contra a proteína”. Os dados científicos e mercadológicos indicam o contrário: o mercado de suplementos proteicos cresceu de cerca de US$ 9 bilhões em 2023 para US$ 10,88 bilhões em 2025, com projeções de US$ 22,58 bilhões em 2032, e a ingestão média de proteína entre homens norte-americanos gira em torno de 89 g/dia, aproximadamente 0,98 g/kg para um homem médio de 90 kg. Embora esse valor possa parecer baixo frente às novas metas (ingestão entre 1,2 e 1,6 g/kg/dia), essa leitura ignora que, em uma população marcada por sobrepeso e obesidade, o problema central é o excesso crônico de calorias totais, não a falta de proteína.

Além disso, embora se atribua a crise de saúde quase exclusivamente aos ultraprocessados e aos grãos refinados, omite-se, na comunicação visual, que as gorduras saturadas devem ser limitadas a no máximo 10% das calorias totais — recomendação presente no documento técnico, mas ausente no site. A pirâmide isolada transmite a mensagem equivocada de que a gordura da manteiga, do queijo ou do leite integral seria tão saudável quanto a do azeite de oliva.

Por fim, a forte ênfase na responsabilidade individual desconsidera desigualdades estruturais, já que, embora as escolhas alimentares sejam individuais, muitos não dispõem de acesso adequado a alimentos in natura por limitações geográficas, econômicas, de tempo ou de educação nutricional.

 

As diretrizes passadas

Apesar de se afirmar repetidamente que a gestão atual de RFK Jr. teria encontrado uma “terra arrasada” na nutrição e estaria realizando um trabalho hercúleo de reconstrução, a leitura das diretrizes anteriores revela que essa narrativa é, no máximo, uma meia-verdade. Grande parte das recomendações centrais foi mantida na versão de 2025.

Em 2000, as diretrizes enfatizavam a prática de atividade física, a manutenção do peso corporal e a adoção de um padrão alimentar baseado principalmente em frutas, vegetais e grãos, com destaque para os integrais. Recomendava-se abundância de frutas e vegetais (inclusive congelados ou enlatados), consumo moderado de laticínios com baixo teor de gordura, carnes e leguminosas, além de moderação em alimentos ricos em gorduras e açúcares. Havia também orientações sobre tamanho das porções, leitura de rótulos, ingestão adequada de fibras, preferência por gorduras insaturadas em detrimento das saturadas, redução do consumo de açúcares adicionados e limitação do sódio, sobretudo aquele proveniente de alimentos processados.

As diretrizes de 2005 introduziram ajustes pontuais, mas relevantes: recomendava-se que metade dos grãos consumidos fossem integrais; limitação de gorduras saturadas a 10% das calorias totais; ingestão total de gorduras entre 20% e 35% das calorias, com prioridade para fontes mono e poli-insaturadas; e redução de açúcares adicionados. Também foram apresentados dois padrões alimentares considerados saudáveis — USDA Food Guide e DASH —, ambos centrados em vegetais, frutas, grãos integrais e laticínios com baixo teor de gordura, e contrários ao consumo excessivo de grãos refinados, açúcares e gorduras saturadas e trans.

Em 2010, as diretrizes reconheceram explicitamente a epidemia de sobrepeso e obesidade, associando-a à inatividade física e às más escolhas alimentares, além de apontar insegurança alimentar em parte relevante da população.

As diretrizes de 2015 representaram uma mudança conceitual importante ao abandonar o foco exclusivo em nutrientes isolados e adotar a noção de padrão alimentar global. Passaram a enfatizar variedade, densidade nutricional e adequação quantitativa, além de limitar açúcares adicionados, gorduras saturadas e sódio. Pela primeira vez, estabeleceu-se explicitamente o limite de 10% das calorias totais provenientes de açúcares adicionados e introduziu-se um modelo socioecológico, reconhecendo que fatores como acesso alimentar, renda e contexto social moldam as escolhas individuais.

Finalmente, as diretrizes de 2020 mantiveram, em grande parte, essas recomendações. A principal novidade foi a inclusão, pela primeira vez desde 1985, de recomendações específicas para lactentes e crianças pequenas.

Pode-se dizer que faltaram um posicionamento mais firme contra ultraprocessados, a recomendação explícita de evitar álcool e o reconhecimento da necessidade de mudanças estruturais no ambiente alimentar. Ainda assim, é inegável que a maior parte dessas diretrizes estava alinhada à evidência científica disponível e defendia padrões alimentares saudáveis.

 

As recomendações corretas

Entre as recomendações baseadas em evidências das diretrizes de 2025–2030, destaca-se a ênfase no controle do tamanho das porções, sobretudo de alimentos e bebidas de alta densidade calórica, e a orientação de priorizar água e bebidas sem adição de açúcar para hidratação. A seção sobre açúcares adicionados é particularmente didática, ao explicar como identificá-los nos rótulos — incluindo nomes como mel e xarope de agave — e ao diferenciar açúcares adicionados daqueles naturalmente presentes em frutas e laticínios.

Em relação aos ultraprocessados, o documento orienta a evitar alimentos prontos ou embalados, com aromatizantes artificiais, corantes derivados de petróleo, conservantes artificiais e adoçantes não nutritivos, como salgadinhos, biscoitos e doces, além de bebidas adoçadas, como refrigerantes e energéticos. Ao comer fora de casa, recomenda-se a escolha de opções mais nutritivas.

 

Mais proteína, mais saúde?

Segundo as novas diretrizes, deve-se priorizar alimentos proteicos em todas as refeições, combinando fontes animais — como ovos, frutos do mar e carnes vermelhas — e vegetais — como leguminosas, soja e lentilhas — com o objetivo de atingir uma ingestão diária entre 1,2 e 1,6 g de proteína por quilograma de peso corporal.

Não me oponho a esse aumento. Com exceção de indivíduos com doença renal ou predisposição à gota, um maior aporte proteico tende a ser seguro e, em muitos casos, benéfico, especialmente para quem busca ganhar massa muscular, sustentar a massa magra durante o emagrecimento e, sobretudo, para idosos.

Ainda assim, chama atenção a ausência de qualquer ressalva quanto ao consumo de carne vermelha. Considerando a proposta de alinhamento ao “padrão-ouro” da ciência, seria esperado ao menos um alerta sobre moderação, substituição por outras fontes proteicas ou preferência por cortes magros.

Em novembro de 2025, foi publicada uma revisão sistemática com meta-análise de ensaios clínicos randomizados sobre consumo de carne vermelha, intitulada “Effect of red meat consumption on cardiovascular risk factors: A systematic review and Bayesian network meta-analysis of randomized controlled trials.

Os autores concluíram que, em comparação com a carne vermelha, o consumo de proteínas de origem vegetal promoveu reduções mais pronunciadas nos níveis de colesterol total e LDL-C, sendo este último um efeito clinicamente relevante. Intervenções que combinaram proteínas de origem animal e vegetal estiveram associadas a um aumento menor dos triglicerídeos em comparação com intervenções envolvendo carne vermelha, embora com baixa certeza da evidência.

Os resultados reforçam a importância do efeito de substituição nas recomendações dietéticas, uma vez que o impacto da carne vermelha depende do alimento que a substitui. Entre as limitações, destacam-se a heterogeneidade, o baixo nível de evidência, a influência do padrão alimentar global e a utilização de dados finais em participantes com seguimento incompleto.

A literatura sugere que, no melhor cenário, o consumo de carne vermelha não traz benefício significativo e pode — ou deve — ser substituído por outras fontes proteicas, especialmente de origem vegetal; no pior cenário, pode aumentar o risco de eventos cardiovasculares.

Diante disso, causa estranheza constatar que tanto o Scientific Foundation for the Dietary Guidelines for Americans quanto seu apêndice mencionam a carne vermelha. No documento principal, ela aparece duas vezes: como parte do grupo de proteínas recomendadas e em um estudo que associa o alto consumo a maior risco de câncer colorretal, de pulmão, hepatocelular e de mama. No apêndice, é apresentada como fonte de proteína equivalente a outros alimentos.

Isso sugere que, por algum motivo não declarado, o comitê responsável pode ter optado por não contrariar RFK Jr., que aparentemente segue uma dieta carnívora, ou simplesmente não se atentou às melhores evidências.

 

Gorduras saturadas

Na coletiva de 7 de janeiro, afirmou-se que a “guerra contra as gorduras”, especialmente as saturadas, havia chegado ao fim, criando a expectativa de que, pela primeira vez, as diretrizes americanas romperiam com o limite histórico de 10% da energia total. Declarações de Marty Makary, comissário do FDA — segundo o qual “por décadas fomos alimentados com uma pirâmide alimentar distorcida que demonizou gorduras saturadas naturais, como ovos e bife” —, reforçaram essa percepção e sugeriram uma mudança radical de paradigma.

O documento de apoio às novas diretrizes — Scientific Foundation for the Dietary Guidelines for Americans — afirma que a evidência causal não demonstra benefícios cardiovasculares ou de mortalidade da redução da gordura saturada abaixo das médias atuais. Dentro das faixas habituais, ela não é nem inerentemente prejudicial nem protetora. A posição mais coerente seria neutra: alimentos que contêm gordura saturada podem integrar padrões alimentares saudáveis quando consumidos com moderação.

Após o discurso das diretrizes, que atribui ao establishment médico a demonização das gorduras saturadas, seria esperado que as recomendações refletissem essa visão conspiratória. No entanto, o limite de 10% foi mantido, acompanhado de outras orientações genéricas:

“Gorduras saudáveis são encontradas em carnes, frango, peixes e frutos do mar, ovos, azeitonas, sementes, abacates e laticínios com gordura”.

“Quando cozinhar ou adicionar gorduras às refeições, priorize óleos, como o de oliva; outras opções incluem manteiga e sebo bovino”.

Essas instruções são rasas e imprecisas, agrupando alimentos muito distintos — carnes vermelhas e abacates — sem orientação prática, gerando mensagens confusas. Um exemplo ilustrativo: um homem de 30 anos, 1,80 m e 80 kg, com gasto energético de 2.500 kcal/dia e consumo de 96 g de proteína, quase atingiria a cota de 27 g de gordura saturada apenas com três porções de laticínios integrais e 120 g de ribeye (o corte de carne mais popular nos EUA). Sem contexto adicional, como “prefira cortes magros ou limite carnes com alto teor de gordura saturada”, a recomendação de 10% não seria eficaz.

 

Ultraprocessados

Deixo clara minha posição: sempre que possível, opte por alimentos in natura ou minimamente processados e evite ultraprocessados, não por serem sintéticos, mas porque muitos contêm altos teores de açúcar, gorduras saturadas, sódio e calorias, além de aditivos que podem alterar a textura e favorecer o consumo excessivo.

No entanto, ao analisar a orientação — “Evite alimentos altamente processados embalados, preparados, prontos para consumo ou similares... priorize alimentos nutricionalmente densos e refeições preparadas em casa” — percebe-se um critério duplo.

Mais uma vez, sintetizando as informações contidas no Scientific Foundation, parte-se da ideia de que os ultraprocessados deveriam ser evitados com base em dezenas de estudos que associaram seu consumo à mortalidade, doenças cardiovasculares, câncer, obesidade e diabetes tipo 2 — este último com maior certeza.

Mas se o comitê responsável tivesse olhado para a literatura sobre ultraprocessados com o mesmo tom crítico aplicado aos estudos que associaram a redução de gorduras saturadas a desfechos cardiovasculares, certamente haveria outras considerações. É verdade que a maior parte desses estudos avalia padrões alimentares, e não alimentos isolados, mas a mensagem que chega ao público tende a simplificar demais: um refrigerante comum seria considerado tão deletério quanto uma versão adoçada artificialmente, ignorando nuances importantes.

Além disso, e talvez mais importante, considerando que há evidências robustas de que a redução do consumo de ultraprocessados está associada a melhores desfechos de saúde, seria esperado que as diretrizes, ou o Scientific Foundation, reconhecessem — em vez de apenas colocar a responsabilidade sobre o indivíduo — as barreiras econômicas e sociais que dificultam o acesso a alimentos mais nutritivos.

Obviamente, apenas ampliar a oferta de alimentos saudáveis não garantiria mudanças automáticas nos hábitos alimentares; políticas complementares são necessárias, considerando renda familiar, programas escolares e outros fatores estruturais. Contudo, isso já seria um indício de que a “gestão”, baseada em evidências e seguindo o padrão-ouro da ciência, estaria a par do desafio que é eliminar tais barreiras sociais e melhorar a dieta da população americana, algo que, como ficou óbvio ao longo de todo o artigo, não conseguirá fazer, não por falta de incentivos ou recursos, mas pelo fato de serem exatamente tudo o que criticam: enviesados, cegos ideológicos e seletivos profissionalmente.

 

Mauro Proença é nutricionista   

REFERÊNCIAS

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